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Copinha F 2026: três estreantes e final em São Paulo

Conheça os detalhes da 4ª edição da Copinha F 2026. Vinte equipes, cinco grupos temáticos e final no Canindé. Confira o regulamento completo.

Copinha F 2026: três estreantes e final em São Paulo
Imagem: ge.globo.com. Uso informativo; os direitos pertencem ao seu titular.

Copinha F 2026: nova edição confirmada com detalhes oficiais

A Federação Paulista de Futebol divulgou nesta quarta-feira os detalhes da Copinha F 2026, quarta edição do principal campeonato feminino de categorias de base do Brasil. O torneio será disputado entre os dias 24 de novembro e 12 de dezembro, com a grande final marcada para o Estádio do Canindé, em São Paulo.

Mantendo a estrutura bem-sucedida da edição anterior, a Copinha F 2026 contará com vinte equipes distribuídas em todas as regiões brasileiras. São Paulo permanece como o estado com maior representação no certame, consolidando a capital paulista como referência no futebol feminino de base do país.

Estrutura e organização dos grupos

Os clubes participantes serão divididos em cinco grupos, cada um nomeado em homenagem a pontos turísticos e culturais da capital paulista. Essa iniciativa criativa transforma a estrutura competitiva em uma celebração das características da cidade que sedia o torneio.

Os grupos são denominados: MASP, Copan, Ibirapuera, Mercadão e Cantareira. Cada grupo reunirá quatro equipes que se enfrentarão em sistema de turno único, garantindo equilíbrio competitivo e aproveitamento máximo das instalações disponíveis.

Distribuição das equipes nos grupos

Grupo A - MASP (Estádio do Canindé): Palmeiras, Flamengo, Vasco e Tarumã.

Grupo B - Copan (Estádio Nicolau Alayon): Corinthians, Bragantino, Atlético-MG e Ação.

Grupo C - Ibirapuera (CERET): Ferroviária, Centro Olímpico, Grêmio e Aliança.

Grupo D - Mercadão (Ibrachina Arena): São Paulo, Fluminense, Vitória e Criciúma.

Grupo E - Cantareira (CERET): Santos, Botafogo, Internacional e Sport.

Representação por região geográfica

A participação de equipes de todas as regiões brasileiras reforça o caráter nacional da competição. A região Sudeste lidera em número de participantes, com sete clubes paulistas, quatro cariocas e uma representante mineira. A região Sul contribui com dois times gaúchos e um catarinense. As regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte enviam representantes estratégicos, consolidando o alcance continental do torneio.

Formato da disputa e regulamentação

Na fase de grupos, os times disputam entre si em turno único. Os líderes de cada um dos cinco grupos avançam automaticamente para as quartas de final, enquanto os três melhores segundos colocados também conquistam vaga na próxima fase. Este sistema incentiva competição de qualidade e oferece oportunidades para equipes com desempenho relevante.

Toda a fase eliminatória utiliza o sistema de jogo único, sem possibilidade de ida e volta. Após cada partida do mata-mata, será eleito o craque do jogo, premiando o melhor desempenho individual. A decisão final, que ocorrerá no Estádio do Canindé, promete ser o ponto alto da competição.

Iniciativa ambiental ampliada

A parceria entre a Federação Paulista e a Prefeitura de São Paulo continua em 2026 com expansão da iniciativa de sustentabilidade. Agora, cada gol marcado no torneio equivalerá ao plantio de cinco mudas de árvores, duplicando o impacto ambiental em comparação com edições anteriores. Na edição de 2025, a ação resultou no plantio de 170 mudas no Parque CERET, no Tatuapé.

Histórico de campeões

Desde a criação da Copinha F em 2023, apenas equipes cariocas conquistaram o título. A primeira edição contou com 16 participantes e coroou o Flamengo como campeão, que venceu o Botafogo por 2 a 0. Na segunda edição, com expansão para vinte clubes, o Fluminense foi coroado campeão ao derrotar o Internacional nos pênaltis, após empate em 0 a 0 no tempo normal.

A edição de 2025 elevou o padrão competitivo, com o Flamengo tornando-se o primeiro bicampeão do torneio. Na final, as cariocas golearam o Grêmio por impressionantes 6 a 0, demonstrando a força do futebol feminino no Rio de Janeiro.

Declarações e expectativas

Kin Saito, diretora de futebol feminino da Federação Paulista, expressou entusiasmo com a edição de 2026: "Para crescer, precisa ter fé. Recebam a Copinha F com a irreverência que a gente quer deixar como marca, mas também com a convicção de que, a cada vez que a Federação Paulista se propõe a fazer algo pela primeira vez, a gente não vai cansar de trabalhar para continuar deixando essa marca na história."

A Copinha F 2026 promete consolidar-se como referência no desenvolvimento do futebol feminino brasileiro, oferecendo plataforma essencial para o surgimento de novos talentos e contribuindo para o crescimento sustentável da modalidade no país.

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