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Trump assina decreto para impedir entrada de cidadãos de 12 países

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Trump assina decreto para impedir entrada de cidadãos de 12 países

O governo dos Estados Unidos tem tomado medidas cada vez mais rigorosas em relação à entrada de estrangeiros no país. Entre essas medidas, destaca-se a proibição total de entrada de cidadãos de determinados países, com base em questões de segurança nacional. A justificativa do governo é de que esses países representam um risco elevado para a segurança dos Estados Unidos, e que a limitação de acesso é necessária para proteger o país e seus cidadãos.

Desde que assumiu a presidência, o presidente Donald Trump tem adotado uma postura mais restritiva em relação à imigração, com o objetivo de proteger a segurança nacional. Em seu primeiro mandato, ele emitiu uma ordem executiva que proibia a entrada de cidadãos de sete países de maioria muçulmana: Irã, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen. A medida gerou polêmica e foi alvo de protestos em todo o mundo, mas o governo alegou que era necessária para evitar a entrada de terroristas no país.

No entanto, a proibição total de entrada de cidadãos desses países não durou muito tempo. Houve uma série de decisões judiciais que bloquearam a ordem executiva e o governo teve que fazer alterações para que ela pudesse ser implementada. Em março de 2017, o presidente Trump assinou uma nova ordem executiva, que revogava a anterior e limitava a entrada de cidadãos de seis países: Irã, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen. O Iraque foi retirado da lista por ter feito acordos de segurança com os Estados Unidos.

Essa medida foi adotada com o argumento de que esses países representavam uma ameaça para a segurança dos Estados Unidos, pois não possuíam um sistema de verificação de antecedentes confiável e não cooperavam com as autoridades americanas em questões de segurança. Além disso, o governo alegou que esses países eram considerados “áreas de preocupação” pelo Departamento de Estado, devido à presença de grupos terroristas e instabilidade política.

No entanto, a proibição total de entrada de cidadãos desses países foi novamente alvo de críticas e contestações judiciais. Em junho de 2018, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu, por 5 votos a 4, que a proibição era constitucional e que o presidente tinha autoridade para tomar essa decisão em nome da segurança nacional. Desde então, a proibição está em vigor e tem gerado controvérsia e debates acalorados.

Mas o governo não parou por aí. Em setembro de 2017, o presidente Trump emitiu uma nova ordem executiva que ampliava a proibição de entrada de cidadãos de três novos países: Coreia do Norte, Venezuela e Chade. A inclusão desses países gerou ainda mais polêmica, pois eles não possuíam maioria muçulmana e eram aliados dos Estados Unidos. No entanto, o governo justificou a medida afirmando que esses países não cooperavam com as autoridades americanas em questões de segurança e que representavam um risco elevado para o país.

Com essas medidas, o governo dos Estados Unidos passou a ter uma lista de 13 países com proibição total ou parcial de entrada de cidadãos. Além dos países já mencionados, a lista inclui a Eritreia, Quirguistão, Myanmar, Nigéria, Sudão do Sul e Tanzânia. A justificativa do governo é de que esses países não possuem um sistema de verificação de antecedentes confiável e não cooperam com as autoridades americanas em questões de segurança.

No entanto,

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